quinta-feira, 1 de maio de 2014

CONTAGEM REGRESSIVA

Estou a um mês do final da escrita de De mãos dadas. Não que a história esteja no fim, mas resolvi tentar acabar no mesmo dia que comecei: 1/6. Interessante que foi o que aconteceu também com Construir a terra, conquistar a vida, que comecei e terminei em 22/5, com seis anos de intervalo entre o início e o final. Desta vez, serão três anos, e a mesma grande quantidade de páginas. Não falta escrever muita coisa. Estou em setembro de 1927, terminando uma série de cenas importantes e demoradas. Depois dou uma corrida e me detenho em acontecimentos importantes no mês de dezembro e janeiro. Depois outra corrida até maio ou junho, ainda não decidi, quando acontecerá a cena final. Acho que consigo fazer o que falta nesse último mês. Mas, para isso, tive que parar com minhas leituras, e com todas as outras atividades: reduzi tempo de internet, interrompi a diagramação de Construir a terra, conquistar a vida, parei de fazer textos para o blog – vocês devem ter percebido que quase não publiquei em abril, e também não vou publicar mais nada este mês de maio. Agora Toni é a prioridade e todo tempo que eu tiver é para terminá-lo. Preciso aumentar minha quantidade de páginas por dia, porque a um ritmo de meia página por dia eu não vou alcançar a meta de acabar na data programada.

Bem, então volto aqui em 1/6 para dar notícias. Até lá.

terça-feira, 1 de abril de 2014

QUASE 30

Eu tinha planejado publicar hoje um texto falando sobre como foi que eu cheguei à dedicação ao romance histórico. Escrevi duas páginas inteiras para ao final concluir que eu não "cheguei" ao romance histórico. Não é o único tipo de romance que eu escrevo, nem o que eu mais escrevo. Nunca foi e não acredito que venha a ser, porque não estou fechada a outros tipos de romance, nem mesmo a outros gêneros. A qualquer momento posso escrever uma história ambientada na atualidade (como meus dois projetos a escrever assim que eu acabar De mãos dadasAmnésia e a História de Rodrigo), posso escrever um conto (como O Além, escrito em 2010) e - quem sabe? - até um poema. Não posso nem mesmo dizer que o romance histórico é o que eu gosto mais de escrever porque, se assim fosse, eu não escreveria outras coisas - digamos que sou mesmo hedonista quando o assunto é literatura. O que acontece é que meus últimos romances escritos e publicados por acaso são históricos, então eles ficam mais presentes na memória.

Depois de toda essa reflexão, decidi comemorar meus 29 anos de carreira com este texto curto, sem históricos longos, sem estatísticas. Quanto mais o tempo passa, mais prazerosamente se torna o escrever, então feliz aniversário para mim!

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Mestre em História e Crítica da Arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Dedica-se à literatura desde 1985, escrevendo principalmente romances. É Membro Correspondente da Academia Brasileira de Poesia - Casa Raul de Leoni desde 1998 e Membro Titular da Academia de Letras de Vassouras desde 1999. Publicou oito romances, além de contos e poesias em antologias. Desde junho de 2009 publica em seu blog textos sobre seu processo de criação e escrita, e curiosidades sobre suas histórias. Em 2015, uniu-se a mais 10 escritores e juntos formaram o canal Apologia das Letras, no Youtube, para falar de assuntos relacionados à literatura.

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