terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

CARNAVAL SEM NOVIDADES

Não é culpa do Carnaval. Estou aproveitando esses dias para escrever minha história e completar algumas pesquisas. Mesmo assim, não tenho nenhuma nova reflexão para postar aqui hoje, e acho isso incrível. A história está caminhando, já entrei em 1920, depois de pesquisar de novo para ter certeza de que realmente não houve nenhum acontecimento de maior relevância no ano de 1919, nem no Brasil nem no Mundo. Aproveitando a Wikipedia aberta, dei uma conferida também nos outros anos, de 1915 a 1922, e fiz anotações para 1920 e 1922, mas não sei se os fatos são significativos o suficiente para serem usados na minha história.
Em 1919, Toni aprendeu a se divertir em São Paulo, com os colegas de trabalho. Mas, como alegria de pobre dura pouco, em junho de 1920, chega uma pessoa para mudar a vida dele. Nos próximos meses, ele terá que provar persistência de objetivos e firmeza de caráter. E em 1922 eu vou confrontá-lo com a decisão mais difícil de sua vida. Ele poderá escolher entre o caminho fácil e o caminho difícil. Mas o que é fácil e o que é difícil na vida? Cabe a cada um avaliar e decidir.
A página 100 ainda não chegou, mas já está lá, cor-de-rosinha, esperando pelo momento de conter uma parte da vida de Toni. Devo chegar a ela ainda este mês, então depois conto quando foi que a escrevi.
Como disse, hoje não tenho muito o que contar. É uma boa hora para ler os textos antigos do blog. Boa leitura!

2 comentários:

  1. Mônica, finalmente vim e encontrei a tal da marcação "Atualidade". rsrs... Na verdade, estou assistindo a um filme - às 3h49 - e me lembrei de você. É que, no filme, o duque é gago e, no histórico de sua vida, descobre-se que ele é naturalmente canhoto - forçado a ser destro. Segundo o especialista que o trata, gagueira é comum a casos como o dele. Bem, o título do filme é O Discurso do Rei, já assistiu?

    Ah, outra coisa. Sempre tenho ideias mirabolantes ao desligar o notebook, só que a preguiça de religá-lo é grande. Outro dia, aconteceu e resolvi escrever à mão. Uma semana depois, quando retornei à história, escrevi a continuação do romance sem sequer recordar que tinha escrito a cena no bloquinho. Então, ontem, cerca de quinze dias passados, me lembrei que havia escrito alguma cena e retornei para lê-la. Que engraçado, eu escrevi a mesma coisa! Bem, quase... O segundo texto, o do computador, está muito melhor. rsrs...

    É, parece que eu não tenho tanto talento para caneta quanto você. rsrs... Mas foi incrível eu ter esquecido o texto e reescrito a mesma cena perfeitamente.

    PS. Eu não recordava do texto, porque o escrevi à madrugada, caindo de sono, à beira da cama.

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  2. Acho que ainda não assisti a O discurso do Rei. Mas o nome não me é estranho. Sim, canhotos forçados a serem destros têm grandes chances de se tornarem gagos. Meu Canhoto não ficou gago, não; ficou com "maus pensamentos dados pelo demônio". Sorte dele, né! Sei lá... :S

    Ah, o seu texto do computador ficou melhor do que o do bloquinho porque você já tinha treinado com a caneta. Você pode ter esquecido conscientemente, mas a memória do texto estava gravada nos seus neurônios, nas suas sinapses, por isso você conseguiu reproduzir, com melhoras, na hora de escrever no computador.

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Um pouco sobre mim

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Mestre em História e Crítica da Arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Dedica-se à literatura desde 1985, escrevendo principalmente romances. É Membro Correspondente da Academia Brasileira de Poesia - Casa Raul de Leoni desde 1998 e Membro Titular da Academia de Letras de Vassouras desde 1999. Publicou oito romances, além de contos e poesias em antologias. Desde junho de 2009 publica em seu blog textos sobre seu processo de criação e escrita, e curiosidades sobre suas histórias. Em 2015, uniu-se a mais 10 escritores e juntos formaram o canal Apologia das Letras, no Youtube, para falar de assuntos relacionados à literatura.

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